domingo, 28 de maio de 2017

Jacareacanga provando do próprio veneno

Por onde anda as pessoas alegres nas avenidas e ruas da cidade? antes víamos no semblante das pessoas alegria e motivo para viver melhor nessa cidade, o comercio em pleno vapor e sempre cheios de clientes, os mercados e açougues sempre lotados, pessoas trabalhando e ganhando seu sustento com dignidade!
Em Jacareacanga, eramos felizes e não sabíamos.  
Hoje as ruas desertas, comércios vazios, pessoas desempregadas e desmotivadas por falta de oportunidades e expectativas de dias melhores, a Jacareacanga dos sonhos ou da nova mudança, MUDANÇA? não é essa que alguns imaginavam! Roubos diários tanto nas residencias quanto em comércios, a policia civil e militar estão tendo muito trabalho para manter a ordem, mais está muito longe de  mudar essa situação se não houver empregos e oportunidades, haja visto que muitas pessoas de fora tomaram os lugares de muitos daqui. Ora, não seria os daqui que teriam oportunidade e tudo que  vemos é o contrario do que prometeram. Você lembra? Demagogia ou apenas uma mera politicagem? Bem, tudo que sabemos, que pra cada grupo de dez cidadãos, uma vez perguntados sobre Jacareacanga, nove reclama de descaso e abandono por aqueles que se comprometeram escrever uma nova história, e que HISTÓRIA! 
Más ainda assim devemos ter esperança em Deus já que no homem não devemos mais confiar, uma vez que tudo que se nota é que até um cego perdido no tiroteio, saberia se desviar das balas perdidas.Foto Ilustrativa Arquivo FARO FINO

POR ONDE ANDA RAULIEN QUEIROZ?


FATO

Muitas vezes por sermos homens de projeção publica, posamos de vidraças, e as pedras dos insensatos, de longe são atiradas, mesmo não querendo o FARO FINO para essa finalidade, também posso ser pedra de estilingue, ou até a funda que Davi usou para tirar de orbita o gigante Golias.

sexta-feira, 26 de maio de 2017

PENSÃO DA MÃE AGREDIDA PELO FILHO VAGABUNDO É DE R$ 38 MIL REAIS E SERVIA PARA SUSTENTAR O FILHO AGRESSOR. ROBERTO FOI PRESO NA MANHÃ DE HOJE APÓS VÍDEO ONDE APARECIA AGREDINDO A MÃE VIRALIZOU NA INTENET

Bacharel em Direito, Roberto Elísio Coutinho, não trabalha há muito tempo. Era sustentado pelos país e depois que o senhor Elísio Martins morreu, há 20 anos, passou a viver da pensão da mãe, dona Josete, hoje com 84 anos. A pensão dela é de R$ 38 mil por mês em função de ser professora aposentada da UFMA (foi também do Ceuma) e da pensão que ganha do falecido que era auditor fiscal.
Ocorre que desse total das duas pensões, o dinheiro que sobrava é apenas R$ 12 mil por causa de inúmeros empréstimos feitos pela pensionista estimulada pelo único filho. Com o que sobra, dava para sustentar o bacharel, a mãe e a esposa dele.
Ontem, um vídeo viralizou em que ele agride verbal e fisicamente a própria mãe. Tudo foi filmado pela esposa do agressor, que teve prisão preventiva decretada e encontra-se preso na Seic.
A delegada de Proteção ao Idoso, Igliana Freitas, esteve na residência onde moram o agressor Roberto Elísio Coutinho e a mãe agredida, uma senhora de 84 anos, mas o bacharel em Direito não estava no local, no centro da cidade. Ele foi preso em outro local e encaminhado para a Delegacia do Idoso, enquanto a genitora dele tinha sido levada no IML para fazer exames de corpo e delito. O blog antecipou a prisão do agressor.
Seis vídeos foram espalhados na redes sociais e divulgados em blogs em que mostram o filho agredindo a mãe, assim como a discussão dele com a esposa, que foi a responsável pelas imagens.
Com receio de ser preso, ele saiu cedo de casa e fui para um apartamento de um amigo, de onde saiu preso.
Ele diz que se arrependeu e que tem problemas de esquizofrenia e que vai procurar tratamento médico, inclusive se internando numa clínica.
Reproduzido na integra do Blog do JK

JK com informações do Blog do Luís Cardoso

sexta-feira, 19 de maio de 2017

JBS IRMÃOS DELATORES DONOS DA FRIBOI ESTÃO NOS ESTADOS UNIDOS PARA SEREM ATORES PRINCIPAIS DO FILME UM GOLPE DE MESTRE ll.

   Guardião da Amazônia

Os irmãos Batista: "Esses caipiras deram um banho em Marcelo Odebrecht.”
No começo deste ano os irmãos Joesley e Wesley Batista foram à Procuradoria-Geral da República com uma proposta: queriam fazer uma delação premiada. A oferta era irrecusável. Os donos da JBS tinham na gaveta segredos inconfessos sobre os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Os mais sombrios se referiam a uma frente ainda pouco conhecida e muito desejada pelos investigadores da operação Lava Jato e de seus desdobramentos: o BNDES, a maior caixa-forte de investimentos do governo, protegida sob um manto de legislação que impedia que policiais e órgãos de controle abrissem suas planilhas.
Os Batistas queriam falar, mas antes de subirem os elevadores da Procuradoria-Geral da República eles arquitetaram um plano. Ao contrário dos empresários que se converteram em delatores após meses de cadeia, os irmãos acordaram com os procuradores que não seriam presos, sequer usariam tornozeleira eletrônica; suas empresas sofreriam o mínimo dano possível; Joesley Batista recebeu, inclusive, a garantia de poder continuar morando nos Estados Unidos, longe dos holofotes e de cenas constrangedoras em camburões e delegacias. “Foi um golpe de mestre”, disse-me um auditor do TCU. “Enquanto os outros empresários estão mofando na cadeia, eles conseguiram garantir sua liberdade e a segurança de seus negócios. Esses caipiras deram um banho em Marcelo Odebrecht.”
Os Batistas ainda garantiram que a única penalidade que eles sofreriam seria o pagamento de uma multa de 225 milhões de reais. “Não não dá pra chamar de troco. Isso é uma meia gorjeta. É nada diante da quantidade de dinheiro que receberam do BNDES”, me disse o gestor de um grande fundo de investimento. “Eles montaram um império na base da corrupção e do dinheiro público e agora saem ilesos pagando apenas essa multa ridícula?”, questionou.
Ontem, o que se comentava no mercado financeiro era que a multa seria paga com dinheiro fruto do próprio plano pré-delação. Os Batista, conscientes do estrago que as divulgações das gravações de Temer e Aécio causariam no mercado – principalmente na cotação do dólar –, trataram de especular na Bolsa de Mercadorias e de Futuros, a BM&F.  Fizeram aplicações em moeda norte-americana, apostando na alta. Resultado: estima-se que, com essas operações, eles lucraram cerca de quatro vezes o valor da multa.
A esperteza da dupla também seduziu os americanos. Lá, eles se comprometeram a fazer um acordo de leniência entregando todo o esquema de corrupção com autoridades brasileiras. Em troca, eles poderão continuar operando suas empresas nos Estados Unidos.
Hoje, 80% da operação da JBS está fora do Brasil, o que é também motivo de crítica dos analistas. Eles questionam o fato do banco ter despejado tanto dinheiro em um grupo cujos negócios estavam sendo desenvolvidos no exterior, o que não geraria nem empregos nem renda no Brasil. Os Batista chegaram a tentar mudar a sede da empresa para a Irlanda, um paraíso fiscal, mas não receberam autorização do BNDES. Recentemente, tentavam transferir a sede do grupo para os Estados Unidos, onde se encontra a maior parte de suas fábricas.
Desde 2005, o BNDES vinha despejando vultosos recursos no caixa da empresa fundada pelo pai dos Batistas em 1953.O pequeno açougue se tornaria a maior processadora de carnes do mundo, graças aos mimos do banco estatal. Foram 10,63 bilhões de reais investidos na companhia. Tamanha generosidade com a família Batista chamou a atenção do mercado. Empresários do setor e analistas batiam cabeça para tentar entender a razão para o BNDES ter despejado tanto dinheiro em uma única empresa, cujo impacto na economia seria baixo frente ao montante investido.
Os irmãos Batista já vinham sendo investigados antes da proposta de delação. Eles eram informados sobre as investigações por meio do procurador Ângelo Goulart Villela que atuava em uma das operações. Pagaram altas somas ao procurador para que ele os avisasse sobre o passo a passo das investigações que os cercavam. Villela, antes de ser afastado pela Procuradoria, acionou o alarme. Ele sabia que a corda estava por estourar.
Sentindo o cerco se apertar, os irmãos entenderam que a única saída seria propor ao Ministério Público um acordo. O medo dos Batistas era terminar como os empresários Marcelo Odebrecht – controlador da empresa –, Léo Pinheiro, da OAS, e outros executivos de empreiteiras: na cadeia, forçados a confessar enquanto suas empresas derretem em praça pública, perdendo contratos e novos negócios. O foco de maior preocupação era o grupo J&F. Dono da JBS e de mais uma série de empresas nas áreas de papel e celulose, sabão e couro, o conglomerado poderia ser reduzido drasticamente, a exemplo de várias empresas envolvidas na Lava Jato.
O plano dos Batistas, antes de o escândalo estourar, era fazer um IPO, uma oferta pública inicial de ações nos Estados Unidos, mas eles abortaram a operação diante da constrangedora situação em que se encontravam. Ao se apresentarem voluntariamente aos procuradores, os irmãos tinham muito mais informações a oferecer além da participação do BNDES. Durante anos, eles financiaram políticos de vários partidos. Nas eleições de 2014, a empresa doou 366,8 milhões de reais às principais campanhas.
A negociação com o MP foi muito bem alinhavada. Para salvar a própria pele, Joesley Batista gravou o presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves em diálogos nada republicanos. Em um deles, com Temer, Joesley fala sobre Eduardo Cunha, o deputado cassado preso em Curitiba desde o ano passado. Ele diz: “dentro do possível, eu fiz o máximo que deu ali, zerei tudo o que tinha de alguma pendência”. O diálogo dá margem para a interpretação de que o empresário estaria comprando o silêncio de Cunha, que guardaria segredos capazes de entregar toda a cúpula do PMDB. Em outro, com Aécio, negocia uma propina diretamente para o senador. Joesley também se comprometeu com a Polícia Federal a colocar os chips nas mochilas que foram usadas para a entrega das propinas.
Desde 2015, o Tribunal de Contas da União tentava, sem sucesso, fazer com que o BNDES liberasse os dados das operações firmadas com a JBS. O banco se recusava a fazê-lo, alegando sigilo bancário. O caso foi parar no Supremo Tribunal Federal, que mandou a instituição abrir a caixa-preta. Mas, foi somente no ano passado que o banco finalmente enviou para o TCU a base de dados com todas as operações contratadas com a JBS. Era uma planilha bomba.
Os auditores do TCU concluíram que muitas das operações firmadas com o frigorífico foram prejudiciais ao banco estatal. Pelas análises, as operações que maior dano provocaram foram as realizadas pelo BNDESPar, o braço de participação acionária da instituição. Em vez de simplesmente emprestar dinheiro para a empresa – que assumiria o risco do empréstimo –, o banco tornou-se sócio do negócio, em percentuais acima de 30%, mais do que era permitido pelas regras do próprio BNDES. O TCU estimou que as perdas do banco com a JBS podem ultrapassar 1,2 bilhão de reais. Em abril, o TCU julgou irregular uma das operações feitas pelo banco com o frigorífico (a compra da americana Swift Foods pela JBS, em 2007). Apesar de tudo, o ressarcimento pedido pelo Tribunal foi de meros 70 milhões de reais.
A decisão do TCU, no entanto, foi o estopim que deflagrou a operação Bullish, da Polícia Federal, que, na sexta-feira passada levou Wesley, um dos irmãos Batista, a depor coercitivamente na Polícia Federal. Joesley Batista e Luciano Coutinho também foram convocados, mas estavam no exterior. Trinta e sete funcionários do banco receberam mandados de condução coercitiva para prestar esclarecimentos. Coutinho enviou em 16 de maio deste ano uma carta à piauí afirmando que as operações foram absolutamente legais.
Além do TCU, os irmãos Batista também estavam sob a mira de outra operação, a Greenfield, que investiga prejuízos sofridos por fundos de pensão dos funcionários de empresas estatais, entre eles a Funcef, da Caixa Econômica Federal, e a Petros, da Petrobras, em negócios com grandes empresas, JBS incluída. Em setembro do ano passado, os dois irmãos chegaram a ter os bens congelados por ordem judicial e foram proibidos de continuar à frente dos negócios. Só conseguiram desbloquear o patrimônio após depositarem 1,5 bilhão de reais em um seguro-garantia. Eles também eram alvo da operação Carne Fraca, que investigava a compra de fiscais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para que fizessem vista grossa a negócios irregulares tocados por frigoríficos.

Perguntei a um integrante do TCU o que ele achou do desfecho da delação dos Batistas. “Espero que as vantagens que receberam em troca realmente tragam algum benefício para o país”, ele me confidenciou. “Um acordo desse tão vantajoso,  para os criminosos só vai valer a pena se for para renovar definitivamente o cenário.”

terça-feira, 16 de maio de 2017

Transamazônica uma rodovia de muitas surpresas para seus viajantes

 
Transamazônica uma rodovia que sempre apresenta novidades para seus viajantes,  todos se depararam com essa cobra SUCURI de aproximadamente 8 metros  em plena reserva, uma área que sempre revela as belezas da natureza. Arquivo Faro Fino

domingo, 14 de maio de 2017

terça-feira, 9 de maio de 2017

Justiça mantém depoimento de Lula marcado para amanhã

TRF-4 negou o pedido de suspensão da audiência feito pela defesa do ex-presidente.

Luiz Inácio Lula da Silva ficará frente a frente com MoroPedro Ladeira/24.04.2017/Folhapress
O TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) negou o pedido feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e manteve o depoimento do petista na Justiça Federal de Curitiba para esta quarta-feira (10). Os advogados de Lula solicitavam a suspensão do processo criminal em que ele é réu.
Com a decisão, o ex-presidente ficará frente a frente com o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Lava Jato em primeira instância, para responder sobre o processo no qual é réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O interrogatório está marcado para ás 14h de amanhã. 
Autor do pedido de suspenção da audiência, o advogado do ex-presidente, Cristiano Zanin, argumenta que a Petrobras anexou cerca de 100 páginas poucos dias antes do interrogatório de Lula. Por isso, ele afirma que não houve tempo hábil para que a defesa fizesse a análise dos documentos.
O juiz federal Nivaldo Brunoni, que recebeu o pedido, por sua vez, avalia que o anexo dos documentos foi requerido pela própria defesa e não está relacionada aos contratos indicados na denúncia. “Não há ilegalidade no não fornecimento de contratos e documentos que não digam respeito às imputações não contidas na denúncia”, explicou o relator.
Na avaliação de Brunoni, Moro pode recusar a realização de provas que se mostrarem irrelevantes, impertinentes ou protelatórias. “A ampla defesa não pode ser confundida com a possibilidade de a defesa escolher a forma que entender mais adequada, mesmo sem qualquer utilidade prática”.
Brunoni ainda negou a suspensão da ação requerida pela defesa até que examinasse todos os documentos. “Foge do razoável a defesa pretender o sobrestamento da ação penal até a aferição da integralidade da documentação por ela própria solicitada, quando a inicial acusatória está suficientemente instruída”, afirmou.
Ontem (8), a defesa de Lula teve o pedido de gravar o interrogatório negado pelo juiz Sérgio Moro. Os advogados haviam solicitado a captação das imagens da audiência para registrar o que se passa em toda a sala onde o depoimento será realizado, e não apenas as falas do ex-presidente.
Manifestações
No último sábado (6), o juiz utilizou as redes sociais para pedir que os apoiadores da Operação Lava Jato não comparecessem ao interrogatório do ex-presidente em Curitiba. Segundo Moro, "nada de anormal" vai acontecer na data. Ele ainda destaca que o apoio dos manifestantes "não é necessário" para evitar conflitos.
Por outro lado, militantes, movimentos independentes e políticos ligados ao PT se organizam para uma "invasão" à capital paranaense na data da oitiva de Lula. Um grupo com membros da bancada do PT no Congresso Nacional também prepara uma comitiva para acompanhar o depoimento do ex-presidente em Curitiba.
Reproduzido do R7

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Lembre-se do seu Criador

Eclesiastes 12:1-3 
Lembre-se do seu Criador nos dias da sua juventude, antes que venham os dias difíceis e se aproximem os anos em que você dirá:
"Não tenho satisfação neles"; antes que se escureçam o sol e a luz,  a lua e as estrelas,  e as nuvens voltem depois da chuva; quando os guardas da casa tremerem e os homens fortes
caminharem encurvados; quando pararem os moedores por serem poucos, e aqueles que olham pelas janelas enxergarem embaçado.

Seu nome é exaltado Salmos 148:12-13
Moços e moças, velhos e crianças. Louvem todos o nome do Senhor, pois somente o seu nome é exaltado; a sua majestade está acima da terra e dos céus.

Seja feliz o seu coração Eclesiastes 11:9
Alegre-se, jovem, na sua mocidade!
Seja feliz o seu coração nos dias da sua juventude!
Siga por onde seu coração mandar, até onde a sua vista alcançar;  mas saiba que por todas essas coisas.
Deus o trará a julgamento.


Os planos que tenho para vocês Jeremias 29:11-14
Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, diz o Senhor, "planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro. Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei. Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração. Eu me deixarei ser encontrado por vocês", declara o Senhor, "e os trarei de volta do cativeiro. Eu os reunirei de todas as nações e de todos os lugares para onde eu os dispersei e os trarei de volta para o lugar de onde os deportei", diz o Senhor.

Fique na PAZ um bom final de semana

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Rodrigo Maia arquiteta golpe para Temer continuar até 2020: Câmara analisa cancelar eleições de 2018



O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), mandou instalar, na tarde desta quinta-feira (4), uma comissão especial para analisar uma proposta de emenda constitucional, apresentada pelo deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), que estabelece a simultaneidade nas eleições para todos os cargos majoritários.


A decisão abre caminho para a anulação das eleições presidenciais de 2018, e a disputa poderia ocorrer apenas em 2020, quando haverá eleição para as prefeituras.


Entre as mudanças estabelecidas pela proposta estão:

- O fim à reeleição majoritária

- A simultaneidade das eleições

- A duração de cinco anos dos mandatos para os cargos eletivos, nos níveis federal, estadual e municipal, nos Poderes Executivo e Legislativo

- O aumento para dez anos do tempo do mandato de senadores, para garantir a coincidência das eleições.


PESQUISAS APONTAM LULA COMO FAVORITO


No último domingo, o Datafolha revelou que o ex-presidente Lula lidera em todos os cenários, com 29% a 31% das intenções de voto, e que 85% dos brasileiros exigem a saída imediata de Michel Temer e a convocação de diretas já.


A oposição afirma que o adiamento das eleições ajudaria os governistas, que já derrubaram a presidente Dilma Rousseff, e apostavam em uma vitória nas urnas em 2018 para continuação das reformas políticas.


Esta proposta de emenda constitucional estava parada desde 2003, mas acaba de ganhar tramitação urgente na Câmara. Em uma de suas falas posteriores, a presidente impedida Dilma Rousseff alertou para o risco de anulação das eleições de 2018.

 Reproduzido do Blog JOTA PARENTE 

segunda-feira, 1 de maio de 2017

A origem e o significado do 1º de Maio

“Se acreditais que enforcando-nos podeis conter o movimento operário, esse movimento constante em que se agitam milhões de homens que vivem na miséria, os escravos do salário; se esperais salvar-vos e acreditais que o conseguireis, enforcai-nos! Então vos encontrarei sobre um vulcão, e daqui e de lá, e de baixo e ao lado, de todas as partes surgirá a revolução. É um fogo subterrâneo que mina tudo”. Augusto Spies, 31 anos, diretor do jornal Diário dos Trabalhadores. 
"Se tenho que ser enforcado por professar minhas idéias, por meu amor à liberdade, à igualdade e à fraternidade, então nada tenho a objetar. Se a morte é a pena correspondente à nossa ardente paixão pela redenção da espécie humana, então digo bem alto: minha vida está à disposição. Se acreditais que com esse bárbaro veredicto aniquilais nossas idéias, estais muito enganados, pois elas são imortais''. Adolf Fischer, 30 anos, jornalista.
“Em que consiste meu crime? Em ter trabalhado para a implantação de um sistema social no qual seja impossível o fato de que enquanto uns, os donos das máquinas, amontoam milhões, outros caem na degradação e na miséria. Assim como a água e o ar são para todos, também a terra e as invenções dos homens de ciência devem ser utilizadas em benefício de todos. Vossas leis se opõem às leis da natureza e utilizando-as roubais às massas o direito à vida, à liberdade e ao bem-estar”. George Engel, 50 anos, tipógrafo.
“Acreditais que quando nossos cadáveres tenham sido jogados na fossa tudo terá se acabado? Acreditais que a guerra social se acabará estrangulando-nos barbaramente. Pois estais muito enganados. Sobre o vosso veredicto cairá o do povo americano e do povo de todo o mundo, para demonstrar vossa injustiça e as injustiças sociais que nos levam ao cadafalso”. Albert Parsons lutou na guerra da secessão nos EUA.
As corajosas e veementes palavras destes quatro líderes do jovem movimento operário dos EUA foram proferidas em 20 de agosto de 1886, pouco após ouvirem a sentença do juiz condenando-os à morte. Elas estão na origem ao 1º de Maio, o Dia Internacional dos Trabalhadores. Na atual fase da luta de classes, em que muitos aderiram à ordem burguesa e perderam a perspectiva do socialismo, vale registrar este marco histórico e reverenciar a postura classista destes heróis do proletariado. A sua saga serve de referência aos que lutam pela superação da barbárie capitalista. 
A origem do 1º de Maio está vinculada à luta pela redução da jornada de trabalho, bandeira que mantém sua atualidade estratégica. Em meados do século XIX, a jornada média nos EUA era de 15 horas diárias. Contra este abuso, a classe operária, que se robustecia com o acelerado avanço do capitalismo no país, passou a liderar vários protestos. Em 1827, os carpinteiros da Filadélfia realizaram a primeira greve com esta bandeira. Em 1832, ocorre um forte movimento em Boston que serviu de alerta à burguesia. Já em 1840, o governo aprova o primeiro projeto de redução da jornada para os funcionários públicos. 
Greve geral pela redução da jornada
Esta vitória parcial impulsionou ainda mais esta luta. A partir de 1850, surgem as vibrantes Ligas das Oito Horas, comandando a campanha em todo o país e obtendo outras conquistas localizadas. Em 1884, a Federação dos Grêmios e Uniões Organizadas dos EUA e Canadá, futura Federação Americana do Trabalho (AFL), convoca uma greve nacional para exigir a redução para todos os assalariados, “sem distinção de sexo, ofício ou idade”'. A data escolhida foi 1º de Maio de 1886 - maio era o mês da maioria das renovações dos contratos coletivos de trabalho nos EUA. 
A greve geral superou as expectativas, confirmando que esta bandeira já havia sido incorporada pelo proletariado. Segundo relato de Camilo Taufic, no livro “'Crônica do 1º de Maio”, mais de 5 mil fábricas foram paralisadas e cerca de 340 mil operários saíram às ruas para exigir a redução. Muitas empresas, sentindo a força do movimento, cederam: 125 mil assalariados obtiveram este direito no mesmo dia 1º de Maio; no mês seguinte, outros 200 mil foram beneficiados; e antes do final do ano, cerca de 1 milhão de trabalhadores já gozavam do direito às oito horas. 
“Chumbo contra os grevistas”, prega a imprensa
Mas a batalha não foi fácil. Em muitas locais, a burguesia formou milícias armadas, compostas por marginais e ex-presidiários. O bando dos “'Irmãos Pinkerton” ficou famoso pelos métodos truculentos utilizados contra os grevistas. O governo federal acionou o Exército para reprimir os operários. Já a imprensa burguesa atiçou o confronto. Num editorial, o jornal Chicago Tribune esbravejou: “O chumbo é a melhor alimentação para os grevistas. A prisão e o trabalho forçado são a única solução possível para a questão social. É de se esperar que o seu uso se estenda”. 
A polarização social atingiu seu ápice em Chicago, um dos pólos industriais mais dinâmicos do nascente capitalismo nos EUA. A greve, iniciada em 1º de Maio, conseguiu a adesão da quase totalidade das fábricas. Diante da intransigência patronal, ela prosseguiu nos dias seguintes. Em 4 de maio, durante um protesto dos grevistas na Praça Haymarket, uma bomba explodiu e matou um policial. O conflito explodiu. No total, 38 operários foram mortos e 115 ficaram feridos. 
Os oito mártires de Chicago
Apesar da origem da bomba nunca ter sido esclarecida, o governo decretou estado de sítio em Chicago, fixando toque de recolher e ocupando militarmente os bairros operários; os sindicatos foram fechados e mais de 300 líderes grevistas foram presos e torturados nos interrogatórios. Como desdobramento desta onda de terror, oito líderes do movimento - o jornalista Auguste Spies, do “'Diário dos Trabalhadores”', e os sindicalistas Adolf Fisher, George Engel, Albert Parsons, Louis Lingg, Samuel Fielden, Michael Schwab e Oscar Neebe - foram detidos e levados a julgamento. Eles entrariam para a história como “Os Oito Mártires de Chicago”. 
O julgamento foi uma das maiores farsas judiciais da história dos EUA. O seu único objetivo foi condenar o movimento grevista e as lideranças anarquistas, que dirigiram o protesto. Nada se comprovou sobre os responsáveis pela bomba ou pela morte do policial. O juiz Joseph Gary, nomeado para conduzir o Tribunal Especial, fez questão de explicitar sua tese de que a bomba fazia parte de um complô mundial contra os EUA. Iniciado em 17 de maio, o tribunal teve os 12 jurados selecionados a dedo entre os 981 candidatos; as testemunhas foram criteriosamente escolhidas. Três líderes grevistas foram comprados pelo governo, conforme comprovou posteriormente a irmã de um deles (Waller). 
A maior farsa judicial dos EUA
Em 20 de agosto, com o tribunal lotado, foi lido o veredicto: Spies, Fisher, Engel, Parsons, Lingg, Fielden e Schwab foram condenados à morte; Neebe pegou 15 anos de prisão. Pouco depois, em função da onda de protestos, Lingg, Fielden e Schwab tiveram suas penas reduzidas para prisão perpétua. Em 11 de novembro de 1887, na cadeia de Chicago, Spies, Fisher, Engel e Parsons foram enforcados. Um dia antes, Lingg morreu na cela em circunstâncias misteriosas; a polícia alegou “suicídio”. No mesmo dia, os cinco “'Mártires de Chicago” foram enterrados num cortejo que reuniu mais de 25 mil operários. Durante várias semanas, as casas proletárias da região exibiram flores vermelhas em sinal de luto e protesto. 
Seis anos depois, o próprio governador de Illinois, John Altgeld, mandou reabrir o processo. O novo juiz concluiu que os enforcados não tinham cometido qualquer crime, “tinham sido vitimas inocentes de um erro judicial”. Fielden, Schwab e Neebe foram imediatamente soltos. A morte destes líderes operários não tinha sido em vão. Em 1º de Maio de 1890, o Congresso dos EUA regulamentou a jornada de oito horas diárias. Em homenagem aos seus heróis, em dezembro do mesmo ano, a AFL transformou o 1º de Maio em dia nacional de luta. Posteriormente, a central sindical, totalmente corrompida e apelegada, apagaria a data do seu calendário. 
Em 1891, a Segunda Internacional dos Trabalhadores, que havia sido fundada dois anos antes e reunia organizações operárias e socialistas do mundo todo, decidiu em seu congresso de Bruxelas que “no dia 1º de Maio haverá demonstração única para os trabalhadores de todos os países, com caráter de afirmação de luta de classes e de reivindicação das oito horas de trabalho”. A partir do congresso, que teve a presença de 367 delegados de mais de 20 países, o Dia Internacional dos Trabalhadores passou a ser a principal referência no calendário de todos os que lutam contra a exploração capitalista.
Reproduzido na integra de:  http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/

Pela FÉ

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De ponta a ponta ligado com o Mundo!

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FORUM PERMANENTE DE DEBATES Eis minha intenção em criar este espaço; as matérias que forem publicadas no FARO FINO, se produzirem comentários serão respondidas respeitando a opinião dos leitores. Todos os comentários devidamente assinados serão considerados e publicados, desde que não exponha a moralidade de pessoas. Evidentemente que comentários imorais ou que visem ridicularizar, humilhar pessoas também serão descartados.

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